Mesmo foragido da Justiça brasileira, Bruno Fernandes voltou a movimentar o Judiciário em um processo no qual aparece como autor. Desta vez, ele processa a Meta, responsável pelo Facebook e Instagram, alegando falhas no funcionamento de seu perfil profissional na rede social. As informações são da colunista Fabia Oliveira.
Na ação, Bruno afirma que sua conta no Instagram teria passado a apresentar instabilidade e restrições de visibilidade no Brasil, o que, segundo ele, comprometeu alcance, credibilidade e engajamento. O ex-goleiro pede indenização de R$ 30 mil por danos morais.
Além da indenização, ele também solicitou uma liminar para restabelecer o funcionamento normal do perfil. O pedido foi negado pela Justiça sob o entendimento de que não havia risco imediato que justificasse a medida.
O juiz do 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes marcou uma audiência de conciliação entre as partes a ser realizada em maio. Em 8 de abril, Bruno Fernandes pediu para participar virtualmente da audiência.
Na segunda-feira (13), o jogador teve o pedido negado pelo magistrado. O juiz observou que as audiências são, em regra, presenciais, e que o craque não apresentou motivos que o impeçam de comparecer ao tribunal.
O caso ganha repercussão pelo contexto: Bruno está foragido desde março, após a expedição de um mandado de prisão por descumprimento de condições da liberdade condicional.
O ex-goleiro foi condenado em 2010 pelo assassinato de Eliza Samudio e, desde então, seu paradeiro não é oficialmente conhecido.
BNews

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