A Meta começou a testar no Brasil uma modalidade paga do WhatsApp. A novidade, chamada internacionalmente de WhatsApp Plus, passou a aparecer para uma pequena parcela de usuários nos últimos dias e custa, inicialmente, R$ 7 por mês.
A nova assinatura marca uma mudança importante na estratégia da empresa, que sempre manteve o aplicativo gratuito para consumidores finais.
Apesar disso, o pacote premium não altera as principais funções do mensageiro, como envio de mensagens, chamadas de voz ou criptografia de ponta a ponta.
O foco da versão paga está em recursos exclusivos de personalização visual e organização avançada de chats.
O que muda no WhatsApp Plus?
Entre as funções liberadas para assinantes estão novas opções para modificar a aparência do aplicativo e ampliar o controle sobre as conversas.
O pacote inclui:
- Novos ícones para alterar o visual tradicional do WhatsApp;
- Temas e paletas de cores inéditas;
- Toques exclusivos para chamadas de áudio e vídeo;
- Stickers animados restritos aos assinantes;
- Ferramentas extras de organização de contatos;
- Possibilidade de fixar até 20 conversas no topo da tela.
- Segundo relatos publicados nas redes sociais, os recursos começaram a ser liberados gradualmente desde a semana passada.
Estratégia da Meta
A chegada do WhatsApp Plus também funciona como um teste da disposição dos usuários em pagar por funcionalidades premium dentro do aplicativo.
A Meta já indicou que pretende adicionar novas funções exclusivas futuramente, embora ainda não exista previsão oficial para expansão do pacote ou lançamento definitivo da modalidade.
Quanto custa e como acessar?
Por enquanto, o plano aparece para alguns usuários brasileiros pelo valor de R$ 7 mensais. Como o recurso ainda está em fase de testes, o preço pode mudar antes de um lançamento oficial.
Para verificar se a novidade está disponível no aplicativo, o usuário deve acessar:
Configurações → Assinaturas.
A Tarde

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