Assim como as impressões digitais humanas, os cachorros possuem sua própria forma de identificação: o focinho. O nariz do cachorro funciona como uma impressão digital canina, sendo uma forma de identidade única para cada animal.

Conhecida como rhinarium, a superfície do focinho apresenta um padrão particular de textura, rugas, sulcos e pigmentação presente no nariz de cada cão.

Esse padrão é único mesmo entre cães da mesma ninhada, até gêmeos têm focinhos distintos, e permanece praticamente inalterado ao longo da vida.

Impressão digital humana x canina

A exclusividade dos focinhos são equivalentes aos dedos dos humanos. Assim como usamos impressões digitais para identificação humana, muitos pesquisadores defendem o potencial dos focinhos como biometria para cães.

Algumas ferramentas já são utilizadas em lugares no mundo. Na Coreia do Sul, um app chamado Anipuppy já permite registrar o focinho do cão, e identificá-lo com precisão de 99,9% usando inteligência artificial futuramente.

Como identificar o cão pelo focinho?

Antigamente, a identificação era feita pelas impressões das patas, mas descobriu-se que a impressão nasal, é muito mais exata.

Por conta disso, a técnica de fotografia do nariz é frequentemente utilizada por veterinários e profissionais de controle animal para ajudar na identificação de animais perdidos.

O processo, conhecido como impressão nasal, destaca-se por ser um recurso prático e infalível na gestão de cuidados com animais de estimação.

Ao fotografar o nariz do cão e usar seu padrão único como “impressão digital”, o método facilita a localização de cães perdidos e melhora o registro de animais de estimação.

Dessa forma, a biometria do focinho consolida-se como a ferramenta mais eficaz para garantir a individualização canina na atualidade.

A Tarde