Apesar da repercussão, nunca houve qualquer informação ou diagnóstico oficiais de que Messi seja autista.
O boato começou em 2013, no Brasil, após a publicação de um artigo do jornalista Roberto Amado, sobrinho do escritor Jorge Amado. Ele afirmou que Messi teria sido diagnosticado com Síndrome de Asperger aos 8 anos de idade, condição que, à época, era um diagnóstico separado e que hoje integra o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Na publicação, Roberto Amado disse que existiriam "registros na internet" sobre o suposto diagnóstico. Em entrevistas concedidas na época, afirmou que não via problema em divulgar a informação e declarou que caberia ao próprio Messi contestá-la judicialmente caso fosse falsa.
Não preciso provar nada para ninguém. Se ele quiser me processar, que vá provar na Justiça. Há dois anos que falo isso porque conheço o olhar e as pessoas envolvidas nessa questão. Não é demérito nenhum ter autismo", afirmou ao jornal Extra em 2013.
A declaração ganhou repercussão internacional e alimentou um dos rumores mais persistentes envolvendo o camisa 10 da Argentina. O ex-jogador Romário chegou a comentar o assunto nas redes sociais na época, mas posteriormente apagou as publicações.
Mesmo sem qualquer comprovação, a história continuou sendo compartilhada ao longo dos anos e permanece entre os assuntos mais pesquisados sobre Messi na internet.
A repercussão do rumor também foi impulsionada por características frequentemente associadas ao comportamento do jogador. Em entrevistas recentes, Messi afirmou que se considera uma pessoa reservada e reconheceu que, em muitos momentos, prefere ficar isolado.
Segundo ele, a esposa, Antonela Roccuzzo, e o filho Mateo costumam ajudá-lo a sair do período mais introspectivo.
Além disso, momentos aleatórios do jogador em jogos, treinos e na vida pessoal viralizam com frequência, aumentando mais a narrativa e o alcance dos boatos.
BNews


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